An Aerial View Of The City As Seen From One Of The Aircraft Being Used During PITCH BLACK 84, A Joint US, Australian And New Zealand Exercise.

A multicultural Darwin

Lar dos aborígines há milhares de anos e “porta de entrada” na Austrália para os imigrantes são alguns dos motivos que dão a Darwin, uma pequena cidade que abriga mais de 50 grupos étnicos, o título de multicultural. Música, arte e uma mistura de diferentes culturas fazem um simples passeio pelas ruas de Darwin, uma verdadeira mistura de sentidos.

A principal rua comercial é Smith Street Mall, projetada com praças envidraçadas, ar-condicionado e árvores tropicais. Nela, músicos de rua e agentes de turismo dividem espaço com moradores e turistas. Vale a pena também conhecer o Templo Chinês, a Casa de Governo, o Museu Britânico-Australiano do Telégrafo e o Bicentennial Park, cujos destaques são os memoriais da Segunda Guerra Mundial. A cidade é de fácil locomoção, e conta com excelente infraestrutura de transportes, hoteleira e de turismo.

Ao redor de Darwin, em meio a uma região desértica, com paisagem antiga e exuberante, e baixa densidade populacional, sítios aborígenes de grande valor histórico e cultural estão preservados, além de vales, monólitos gigantes de pedra, crateras de meteoros e outras surpresas naturais que atraem milhares de turistas anualmente.

A distância entre Darwin e Alice Springs, a cidade de porte mais próxima no Northen Territory é de 1500 km aproximadamente. A cidade está protegida por uma barreira de montanhas e, apesar de relativamente longe das outras grandes cidades australianas, é muito bem planejada e tem toda infraestrutura necessária para se recuperar da viagem. O deserto que a rodeia guarda paisagens belíssimas, como inúmeras formações rochosas, consideradas sagradas pelos aborígines da região. Opções de lazer não faltam: passeios de camelos pelo deserto, passeios em motos com 4 rodas para terrenos arenosos ou viajar à bordo de um balão.

Atrações turísticas

Indo Pacific Marine: Nesse aquário, além de uma rica variedade de peixes, pode-se ver corais, carangueijos e ouriços. No mesmo local, encontra-se o Australian Pearling, um museu que conta a história da procura por pérolas na região.

Jardim Botânico George Brown de Darwin: O Jardim Botânico surpreenderá pelas mais de 1.500 espécies de plantas tropicais, incluindo 400 tipos de palmeiras e vegetação de mangue.

Kakadu National Park: O parque abrange uma vasta área de floresta cortada por vários rios, e é muito valorizado principalmente pelos mitos de criações aborígines em rochas e trilhas que desembocam em lindas cachoeiras. Além da natureza exuberante, o Kakadu oferece ao visitante enormes galerias de arte rupestre aborígene. O parque, considerado um dos lugares mais bonitos da Austrália, foi declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco.

Museu e Galeria de Artes: O famoso museu abriga exposições sobre arte e cultura aborígene, história marítima e natural, e artes visuais. O acervo de arte aborígene da galeria é considerado o melhor do mundo e inclui uma exposição sobre o ciclone Tracy, que devastou Darwin em 1974.

Nitmiluk National Park: O parque é formado por desfiladeiros de baixa altitude que deram origem a diversos lagos. O local encanta por ser um oásis em meio a terras áridas, e se estende por mais de 10 km, com lindas cachoeiras e locais para se refrescar do calor.

Porto de Darwin: Devido sua proximidade com a Ásia, Darwin tem um importante porto para exportação e importação. E é sede de uma grande base do exército da Austrália e de uma instalação naval que dá suporte a atividades de patrulhamento do litoral norte do país. O turismo também é muito importante no porto, tanto que o local oferece várias atividades de lazer, como mergulho ao redor dos naufrágios.

Uluru ou Ayers rock: Com aproximadamente 3,5 km de comprimento, a Uluru ou Ayers rock é considerada uma das maiores formações rochosas de arenito do mundo e está classificada como Patrimônio Mundial da Unesco devido sua importância cultural e natural. Localizada na parte sul do estado, a rocha é notável pela ilusão de mudança de cores em diferentes momentos do dia e do ano. E tem um significado especial para o povo aborígene, que viveu no local em diversas cavernas encravadas na pedra.

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